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Palestra promoveu reflexão sobre o papel das freguesias na Proteção Civil

13 mar, 2026

A palestra ‘Pensar Localmente a Proteção Civil’ realizou-se no dia 11 de março, no Auditório da Biblioteca Municipal António Salvado, e teve como principal objetivo capacitar as Juntas / Uniões de Freguesia do concelho relativamente às temáticas e responsabilidades das autarquias locais em situações de acidente grave ou catástrofe.

Pretendeu, também, promover um momento de reflexão sobre a articulação institucional, bem como sobre os desafios e as oportunidades identificados, tendo em conta o cenário recentemente vivido com a Depressão Kristin.

A iniciativa integrou-se no âmbito do Mês da Proteção Civil, organizado pelo Serviço Municipal de Proteção Civil de Castelo Branco, dando continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos anos para reforçar a preparação e a articulação das entidades locais perante cenários de emergência.

Visto que as autarquias locais assumem um papel estratégico e essencial no apoio às populações, torna-se fundamental promover uma dinâmica contínua de partilha de estratégias e conhecimentos, que contribua para reforçar a capacidade de resposta e para tornar as comunidades e as instituições cada vez mais resilientes.

Durante a sessão, foi dinamizada uma atividade prática, que permitiu analisar e refletir sobre o papel das Juntas de Freguesia em situações de acidente grave ou catástrofe, através da apresentação de exemplos concretos.

Os participantes foram desafiados a identificar de que forma podem atuar dentro das suas competências, contribuindo para uma resposta mais eficaz junto das populações.

No âmbito deste exercício, os executivos das freguesias identificaram fatores internos de cada território, nomeadamente pontos fortes, entendidos como vantagens competitivas e áreas de excelência, e fraquezas, relacionadas com limitações ou deficiências existentes.

Foram igualmente analisados fatores externos, como oportunidades, que representam cenários positivos que podem ser aproveitados para evoluir e crescer, e ameaças, associadas a riscos que podem comprometer os resultados ou a capacidade de resposta.

A partir da recolha destes contributos, foram definidas algumas medidas futuras que poderão vir a ser implementadas com vista à melhoria da capacidade de resposta das freguesias em contextos de emergência.