O Serviço Municipal de Proteção Civil de Castelo Branco vai realizar, em colaboração com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a Guarda Nacional Republicana (GNR), o Corpo de Bombeiros de Castelo Branco e a Unidade Florestal, no dia 24 de junho, duas ações de sensibilização/implementação dirigidas à comunidade local sobre os programas ‘Aldeia Segura’ e ‘Pessoas Seguras’.
O objetivo destas ações é a implementação dos dois programas na freguesia de Almaceda, que amplia a sua rede de Aldeias Seguras e Pessoas Seguras.
As implementações destes programas implicaram a elaboração de um plano, instalação de sinalética e definição de um Oficial Local de Segurança. Segue-se agora a fase de sensibilizar os cidadãos e partilhar medidas práticas de autoproteção, capacitando a população para saber como agir preventivamente e em situações de emergência.
De forma a abranger os habitantes destas localidades, as sessões decorrerão na Casa do Povo da Paiágua, pelas 17h30, e na Casa do Povo das Rochas de Cima, a partir das 19h00.
Estas são as primeiras ações de sensibilização organizadas em 2026, estando já previstas novas ações nas freguesias de Santo André das Tojeiras, Sarzedas e São Vicente da Beira.
Recorde-se que, no concelho de Castelo Branco, já existem 75 aldeias/lugares inseridas neste projeto, estando nesta fase a rede a ser não só ampliada, bem como a ser analisado o seu estado de implementação.
Segundo o Presidente da Câmara Municipal, Leopoldo Rodrigues, esta é uma iniciativa “determinante na construção de comunidades mais resilientes e é fundamental continuar a ampliar esta rede”.
O programa ‘Aldeia Segura’ é definido como um programa de proteção de aglomerados populacionais e de proteção florestal, destinando-se a estabelecer medidas estruturais para a proteção de pessoas, bens e edifícios na interface urbano-florestal, através da implementação e gestão de zonas de proteção e locais de refúgio.
Por seu turno, o programa ‘Pessoas Seguras’ visa promover ações de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco, medidas de autoproteção e a realização de simulacros de planos de evacuação, em articulação com as autarquias locais.
“A segurança coletiva é uma responsabilidade partilhada e começa com os comportamentos individuais de cada residente”, sublinha Teresa Fonseca, Coordenadora Municipal de Proteção Civil.
A Proteção Civil apela à participação ativa de todos os residentes nestes encontros de esclarecimento, cuja entrada é livre.