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''Quando Vem a Taciturna de Limiar em Limiar o Presente Frágil''Entre ruínas e renascimentos, esta criação coreográfica convoca a dança como gesto de sobrevivência e transformação. Num território onde memória, desejo e finitude se entrelaçam, o corpo torna-se matéria vulnerável e resistente, oscilando entre fragilidade e violência, presença e desaparecimento. A obra percorre limiares — entre vida e morte, passado e futuro, vazio e plenitude — para revelar a beleza inquieta do instante irrepetível. Inspirada por imaginários poéticos e filosóficos, a peça constrói um ritual contemporâneo onde a melancolia, o medo e o êxtase coexistem, expondo o presente como oferenda precária e intensa. Um convite a habitar o caos, a reconhecer a transitoriedade como força criadora e a testemunhar o colapso transformado em génese.