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Até ao Fim do Mundo, de Fernando Mota, é um projeto de criação multidisciplinar que cruza geologia, música, literatura e vídeo numa reflexão sobre o tempo profundo e a condição humana. Com texto de Joana Bértholo e imagens de Mário Melo Costa, o espetáculo nasce do diálogo entre arte e ciência, a partir da colaboração com geoparques portugueses como o Geopark Naturtejo e o Geoparque Açores. Entre som, palavra e imagem, constrói-se uma experiência cénica que confronta o tempo geológico com o tempo humano, propondo uma reflexão poética e filosófica sobre memória, natureza e finitude.