Veja aqui a Programação Cultural - julho, agosto e setembro 2026
O Verão é sinónimo de noites mais quentes e apelativas para o usufruto do espaço público. A programação cultural do Município acompanha essa evidência e oferece à população e aos visitantes a possibilidade renovada de contactar com as artes, sobretudo ao ar livre.
Nesta agenda, poderão verificar o reforço da relação da autarquia com o Festival Sete Sóis Sete Luas, com um número de espetáculos superior e a realização de um deles, pela primeira vez, na vila de Alcains. Esta expansão sinaliza de novo, o compromisso de olhar o nosso concelho de forma integrada e atenta, como se tem verificado com a realização de outras iniciativas culturais descentralizadas.
O projeto Noites Azuladas- o Jazz faz Amigos terá o seu habitual momento no coração da zona histórica, junto ao Museu Cargaleiro, com três noites seguidas e o regresso da sua dimensão internacional. No último fim de semana de julho, o teatro estará em destaque, com diversas propostas, todas ao ar livre, no Monte do Índio e Parque da Cidade.
Este investimento nas artes em espaço público não significa que os diversos equipamentos culturais do Município farão uma pausa estival. Logo no início desta agenda, encontrarão mais uma edição do PercuArt, festival de percussão com escala internacional, propondo muitos momentos performativos e pedagógicos. Na sua sequência, trazemos até ao Cine-Teatro Avenida uma das grandes obras do património universal, Carmina Burana, de Carl Orff.
Jéssica Reis é uma acordeonista nascida no nosso concelho, com a sua formação de base realizada no Conservatório Regional de Castelo Branco. Depois de ter continuado os seus estudos em Espanha avançou para a edição do seu primeiro trabalho discográfico. Na nossa agenda, encontrarão o momento de lançamento do mesmo, na Fábrica da Criatividade, momento significativo da atenção e cuidado que dedicamos aos nossos jovens. E se o acordeão nos faz lembrar a grande Eugénia Lima, que este ano faria 100 anos e já foi objeto de vários momentos de homenagem, é como justo reconhecimento que destaco o concerto promovido pela Orquestra
Típica Albicastrense, comemorando os setenta anos da sua fundação.
No final de setembro, teremos a guitarra portuguesa em destaque, com o ciclo Guitarra d’Alma, e ao longo desse mesmo mês, dança, teatro e música, oferecendo
a diversidade que caracteriza a nossa proposta cultural.